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Guia de etiqueta para pets

Animais de estimação têm presença garantida em passeios, eventos sociais e momentos de lazer em família. É comum ver os pets em encontros de amigos e familiares, nos shoppings, parques, festas e até em viagens.

Toda essa convivência pede regras de comportamento dos seus amigos de quatro patas. Separamos orientações que vão promover os bons modos no seu cão e gato e fazer da sua presença uma companhia super agradável. Confira!

 

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NA HORA DE PASSEAR

  • Quando o cachorro faz as necessidades na calçada:

É necessário ter sempre em mãos folhas de jornal, sacolas biodegradáveis, os bons e velhos papéis toalha ou qualquer outro material para recolher os dejetos. Se for preciso, água dilui a urina em ambientes abertos e, para os espaços fechados, existem produtos que transformam a urina em gel sólido.

  • Quando o cachorro corre demais e arrasta o dono:

Para controlar animais agitados durante passeios, a guia precisa estar em um comprimento adequado – nem muito extensa, nem muito curta. O dono não deve permitir que o cão puxe ou desobedeça, por isso é importante se impor com firmeza, mas nunca com agressividade. Brinquedos para chamar a atenção do animal e petiscos para recompensá-lo são ótimos para condicionar o pet. Pausas para que o cão fareje à vontade e interaja com outros animais também são boas técnicas para acalmar os ânimos do cãozinho.

  • Quando o cachorro late demais durante a caminhada:

Os latidos podem indicar agitação, euforia ou manifestação de dominância. É preciso repreender esse comportamento por meio da firmeza no tom de voz e ao segurar a guia. Somente quando o cachorro parar de latir que se deve afagar o animal, do contrário, o pet entende que o dono apoia a atitude e logo repetirá o mau comportamento.

  • Quando o cachorro pula nas outras pessoas:

Na maioria das vezes, os cães estão empolgados e não têm nenhuma intenção negativa. No entanto, essa “empolgação” pode gerar desconfortos e constrangimentos. Ao perceber que o cão vai pular, o dono deve segurar precisamente a guia e dizer um comando como “Não!”, de maneira firme.

  • Quando o cachorro para no meio da rua:

Indica cansaço, medo ou desconforto com o equipamento usado. Quando a pausa acontecer devido ao desgaste físico do pet, ofereça água, leve o cão para a sombra e observe sua respiração. Se estiver muito ofegante, chame o veterinário imediatamente. Cães têm muita dificuldade para trocar calor. Por isso, evite passeios em horários quentes do dia, hidrate o cão a cada 20 minutos e não sobrecarregue o animal durante a caminhada.

  • Quando o cachorro avança em outros cães:

Pode significar agressividade, mas também animação. Em todo o caso, o cão não deve ser punido. Para prevenir o problema, é recomendado fazer o animal andar de maneira calma e sempre ao lado do dono. Se os outros animais não forem amigáveis, é melhor mudar de direção para evitar provocações.

 

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AO RECEBER VISITAS

  • Quando o cão pula nas visitas ou o gato começa a roçar pelas pernas:

No momento da chegada do visitante, o cão deve estar preso a uma coleira ou no colo do dono. Não é recomendado permitir que a visita interaja antes de se acomodarem, pois reforça um comportamento negativo do animal. Caso os visitantes não gostem de cães, coloque-o em outro recinto com brinquedos e petiscos. O mesmo deve acontecer caso a visita se incomode com a presença de gatos que não são tão reservados.

  • Quando o cão faz suas necessidades no meio da sala durante a visita:

Para evitar a situação, convém estimular os cães a irem ao banheiro com antecedência e, também, algumas vezes durante a visita. Donos de gatos não sofrem com o problema, exceto quando o animal não tem acesso à caixinha. Durante a visita, vale a pena se certificar de que os bichanos têm livre acesso ao seu banheiro.

  • Quando o pet ataca a visita:

Os animais jamais devem ser punidos. Se não forem amistosos, o dono deve respeitar os limites e treiná-los para o convívio com outras pessoas. Se o dono não encontrar maneiras de controlar a agressividade do pet, é preciso colocá-los em outro recinto.

 

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NAS VIAGENS DE CARRO

  • Quando os pets viajam de carro:

O transporte de animais soltos em um automóvel constitui infração no Código Brasileiro de Trânsito. A condução deve ser feita com cintos de segurança ou em caixas de transporte. Uma boa dica é fazer da caixa de transporte a casinha do seu pet, assim, ele não vê a peça como um objeto de locomoção. Existem no mercado sprays de feromônios sintéticos e calmantes fitoterápicos que ajudam a acalmar os pets durante viagens.

  • Quando o pet faz suas necessidades com o carro em movimento:

O ato pode significar apreensão ou até mesmo pânico. Por isso, a importância da familiaridade com a caixinha de transporte. Quando a viagem for longa, faça paradas para o cão passear e fazer suas necessidades. No caso dos gatos, coloque a caixinha de areia no piso do carro durante as paradas. Jamais tire o felino do carro sem que o animal esteja dentro de sua casinha de locomoção.

Tem alguma técnica para educar o seu pet? Conta para gente!

Happy pet. Happy you.