Categoria: Saúde e Bem-Estar

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4 Passos para melhorar a vida do seu pet em 2019

Cada vez mais temos nos empenhado em garantir as melhores condições de bem-estar para os nossos pets. O conceito de bem-estar está diretamente relacionado com a qualidade de vida de um animal de estimação. Ele é definido como o estado de satisfação de um indivíduo em relação as necessidades do seu organismo. Ou seja, para que os animais expressem o seu comportamento natural, é essencial que as suas condições físicas, psicológicas, comportamentais, sociais e ambientais estejam adequadas.  Veja a seguir o que você pode fazer para melhorar ainda mais a qualidade de vida do seu melhor amigo em 2019.

1 - Exercícios físicos são fundamentais

Pode parecer clichê, mas a prática regular de exercícios físicos é fundamental para uma vida mais saudável e feliz do seu pet. Entenda abaixo porque cães e gatos devem estar sempre ativos.

Cães

Desde o começo da domesticação o cão é utilizado para exercer algum tipo de trabalho que exige muito movimento. As raças foram desenvolvidas pensando sempre em reforçar características desejáveis para algumas funções, como caça, pastoreio, guarda, farejar itens, entre outros.  Com a vida moderna, onde a maior parte dos cães não exerce mais nenhum trabalho, é necessário gastar energia diariamente para evitar que apareçam problemas físicos e comportamentais. Cães sedentários têm mais chances de serem obesos e de desenvolver problemas de comportamento. Além disso, animais que se exercitam têm melhor condição muscular, articular e cardiorrespiratória.

Existem diversas atividades que podem ser feitas com o cão, como corridas, caminhadas, brincadeiras de buscar a bolinha e cabo de guerra, percursos de agility (corrida em um local com obstáculos) e até mesmo natação. Esses exercícios são interessantes porque além proporcionar maior qualidade de vida aos pets, também permitem a participação interativa dos tutores.

Por mais que a prática de esporte seja saudável, é importante ficar atento a alguns detalhes. Antes de planejar a frequência e a intensidade das atividades, leve em consideração a idade, o preparo físico e veja as características da raça. Raças mais agitadas e que foram criadas para o trabalho (por exemplo, Border Collie, cães pastores, Labrador, Husky Siberiano, entre outros) precisam de exercícios mais intensos do que raças desenvolvidos apenas para companhia (Lhasa Apso, Shih Tzu, Pug, Podle Toy, entre outros).

Gatos

Assim como os cães, gatos precisam de atividades diárias para garantir o seu bem-estar. Como não é recomendado sair para passear com um felino, o ideal é estimular a prática de atividade física dentro de casa. Se tiver telas nas janelas e a casa for a prova de fugas, permita que o gato tenha acesso a todos os cômodos, assim ele vai acabar se movimentando mais. O enriquecimento ambiental, que consiste em inserir elementos físicos no ambiente como prateleiras, arranhadores, caixas, balanços, túneis e brinquedos para gatos, visa estimular o movimento. Além disso, o tutor deve sempre brincar ativamente por meio de brinquedos que aguçam os instintos de caça dos felinos.

2 - Prevenir Doenças

O passo 2 para melhorar a vida do seu pet é fazer a prevenção de doenças, Além de visitar periodicamente um Médico Veterinário, existem algumas medidas que podem ser tomadas para evitar problemas. Confira abaixo as mais indicadas:

Vacinação

A vacinação é indispensável quando o assunto é prevenção de doenças, pois é o método mais eficiente de evitar que os pets adquiram as doenças infecciosas, causadas, principalmente, por vírus e bactérias. Quando o plano vacinal é seguido corretamente, o animal desenvolve anticorpos específicos contra as doenças.

É válido lembrar que a vacinação é essencial em qualquer idade, mas é preciso ter atenção especialmente com os filhotes. Por não possuírem um sistema imunológico totalmente desenvolvido, eles ficam mais suscetíveis a contrair as enfermidades. Também é preciso ficar atento com as condições de saúde dos animais, pois as vacinas só podem ser aplicadas se eles estiverem saudáveis. Para saber se o seu pet está em boas condições para ser vacinado, procure um médico veterinário para fazer a avaliação.

Veja quais são as vacinas mais recomendadas para cães e gatos:

Cães

- Antirrábica (obrigatória por lei).

- Polivalente ou v10 (Cinomose, Parvovirose, Coronavirose, Adenovirose, Parainfluenza, Hepatite Infecciosa Canina e quatro variações da Leptospirose).

- Gripe Canina (traqueobronquite).

- Giárdia.

- Leishmaniose.

Gatos

- Antirrábica (obrigatória por lei).

- Polivalente ou v5 (Panleucopenia, Rinotraqueíte, Calicivirose, Clamidiose e Leucemia Felina).

Vermifugação

A vermifugação é tão importante quanto a vacinação na prevenção de doenças. Como o próprio nome sugere, a vermifugação consiste na administração de medicamentos que combatem diversos tipos de vermes. Esses vermes podem ser facilmente encontrados no ambiente, principalmente em áreas públicas onde há grande movimentação de animais e pessoas. Quando contaminam um organismo (por via oral ou contato direto), os parasitas causam malefícios que afetam diretamente o bem-estar do seu pet, como lesões no intestino, perda de peso, diarreias e alergias. Além de sofrer com os danos causados pelos vermes, os bichanos contaminados contribuem para a continuidade do ciclo destes parasitas, podendo atingir outros animais e até os humanos. A frequência de administração do vermífugo varia para cada caso, pois o plano de vermifugação é feito com base no número de vezes em que o pet tem contato com áreas contaminadas.

Castração

A castração nada mais é do que um procedimento cirúrgico realizado para a retirada dos órgãos reprodutivos dos animais. Nos machos ocorre a remoção dos testículos e nas fêmeas a retirada dos ovários, das trompas uterinas e do útero.

Além da finalidade de impedir a procriação dos animais, é possível obter outras vantagens com a retirada dos órgãos reprodutivos, como a prevenção de várias doenças. Nas fêmeas é possível diminuir significativamente as chances de desenvolver tumores de mama se a castração for feita antes do primeiro cio. Já nos machos, é possível diminuir as chances de desenvolver o câncer de próstata. Além disso, com a retirada dos órgãos reprodutivos, temos a certeza de que não há possibilidades de ocorrer qualquer patologia nas estruturas removidas. Outro benefício é em relação a redução das chances de transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, já que o acasalamento não irá mais ocorrer.

Pulgas e Carrapatos

Os chamados ectoparasitas são facilmente encontrados em muitos animais de estimação. Eles são responsáveis por causar coceiras, dor e incômodo aos bichanos por conta das suas picadas. Além disso, as pulgas e carrapatos também são capazes de transmitir doenças perigosas aos animais e aos humanos. As pulgas podem transmitir a dipilidiose e causar a alergia por picada de pulgas, enquanto os carrapatos podem transmitir a babesiose, erliquiose, doença de lyme e febre maculosa. Todas essas doenças são zoonoses, ou seja, podem ser transmitidas aos humanos. Portanto, é imprescindível o controle desses parasitas.

3 - Oferecer a melhor alimentação

A alimentação é a base de uma boa saúde. Sem uma dieta de qualidade nenhum dos outros passos serão eficientes em melhorar a vida do pet. Para que a alimentação seja a melhor possível, devemos levar em conta algumas questões:

Qualidade: Para que o alimento apresente qualidade, é necessário que as matérias-primas utilizadas na formulação sejam ricas em nutrientes e com alta digestibilidade, livres de contaminantes.

Adequação à espécie: As particularidades metabólicas, as preferências alimentares e o comportamento natural do cão e do gato devem sempre ser respeitadas na hora da formulação da dieta. Quantidades moderadas de carboidratos, alta inclusão de ingredientes de origem animal e utilização de vegetais ricos em antioxidantes e micronutrientes são os principais exemplos dessa questão.

Adequação ao indivíduo: Na hora de escolher o melhor alimento, é necessário observar características individuais. Idade, porte, se é castrado ou não, preferências do paladar, condições de saúde como possíveis doenças, nível de atividade, entre outros. Para escolher sempre a melhor opção conte com a ajuda de um Plano Nutricional.

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4 - Respeitar a natureza do animal

Dentro do conceito de bem-estar animal está inserido o seguinte trecho: “se pode expressar seu comportamento natural.” Respeitar a natureza do animal é justamente isso, deixa-lo se comportar da maneira normal e esperada para aquela espécie, e isso vale inclusive para os pets. Mesmo com a intensa domesticação de cães e gatos, as vontades, necessidades e anseios deles estão muito distantes das nossas. Aliás, a domesticação acabou criando particularidades que devem ser levadas em conta na hora de lidar com eles. Veja a seguir:

Cães

Aquela vontade incontrolável de passear, a necessidade de cheirar tudo, e a preferência por certos alimentos não são à toa. É da natureza dos cães andarem buscando explorar o ambiente, utilizar seu melhor sentido para reconhecer o mundo e buscar alimentos ricos em proteína animal para suprir suas necessidades nutricionais. Ao impedirmos que os cães expressem esses comportamentos, estamos prejudicando sua qualidade de vida. Brincar de caçar, destruir objetos, latir, querer ficar sempre perto das pessoas (instinto de matilha), são comportamentos que nos aborrecem às vezes, mas que também são naturais. Cabe ao tutor se posicionar como líder e educar adequadamente o cão para ensiná-lo.  Portanto, passeios frequentes, brincadeiras que estimulem os instintos, companhia frequente e alimentação adequada são a base para uma vida feliz.

Gatos

A domesticação dos felinos foi menos intensa, e transformaram um felino selvagem e totalmente avesso a qualquer aproximação humana em um animal muito dócil e tolerante com a nossa presença. Mas isso não quer dizer que eles deixaram de lado suas necessidades. Muito diferente dos cães, os gatos parecem muitas vezes distantes e desinteressados. Assim como seus antecessores selvagens, os gatos “escondem” suas emoções como mecanismo de proteção, o que colabora para a impressão errônea de que requerem pouco ou nenhum cuidado. São animais que não trabalham em grupo e precisam que seu espaço seja respeitado, mas são sociais. Hábitos como arranhar objetos, se esfregar nas coisas, se esconder em tocas, não atender quando chamamos, são normais e devem ser encarados da melhor forma possível pelos tutores.

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Ficou alguma dúvida em relação aos passos acima? Não deixe de nos contatar através dos comentários ou fale conosco via redes sociais, e aguarde nossos próximos artigos!